Imagem de bebê no sling
Ultima atualização: 12 de junho de 2021

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Não se sabe ao certo a origem do sling, mas uma coisa é certa, esse acessório é muito antigo. Feito por um tecido de aproximadamente 5 metros, o sling voltou à cena nos últimos anos como alternativa para deixar o bebê bem pertinho da mãe.

Quer “slingar” por aí com seu bebê e aproveitar todos os benefícios que ele traz? Então vem conosco porque preparamos esse guia completo para você!




Primeiro, o mais importante

  • O sling é um pedaço de tecido, geralmente com 5 metros de comprimento por 60 cm de largura, que através de amarrações prende o bebê bem junto do corpo da mãe ou do cuidador.
  • Ele pode ser usado pelo bebê desde o nascimento, já que respeita a curvatura natural da coluna nessa fase. Como o acessório é feito de tecido, ele se molda a fisiologia do recém-nascido.
  • Existem diferentes modelos de sling. Vamos citá-los nesse guia para você poder comparar.

Melhores slings: nossas sugestões

O sling oferece tantos benefícios que fica difícil não experimentar. Selecionamos modelos diferentes para você comparar e escolher aquele que mais atende suas expectativas:

Guia de compra: tudo o que você precisa saber sobre sling

O sling é extremamente útil na exterogestação. Já ouviu falar nesse termo? Se trata dos três primeiros meses de vida do bebê fora da barriga, concluindo assim um período de 12 meses no total.

Essa teoria, do antropólogo Ashley Montagu, afirma que o último trimestre da gravidez acontece fora do útero. Portanto, o bebê ainda precisa do contato muito próximo da mãe.

Imagem de uma mulher sentada com seu bebê no colo

A exterogestação acredita que o bebê completa o ciclo gestacional fora da barriga. (Fonte: Hollie Santos / Unsplash.com)

Por que usar um sling?

Os primeiros meses do bebê são desafiadores tanto para o recém-nascido quanto para a mãe de primeira viagem. Nesse período, conhecido como exterogestação, o bebê quer e precisa ficar bem pertinho da mãe. Mas ter um bebê nos braços por “24 horas” pode ser exaustivo se a mulher passa o dia todo sozinha.

O sling estreita o vínculo entre ela e o bebê.

Preparar uma refeição, comer, ir ao banheiro, limpar a casa, entre outras pequenas funções básicas podem ser bem difíceis nessa fase. O sling, resolve esse problema, e oferece inúmeros benefícios.

Além de oferecer essa liberdade para as mães, evita dores nas costas e nos braços. O sling ainda estreita o vínculo entre ela e o bebê, e claro, isso também serve para o pai. Com a criança bem pertinho, o calor gerado e a posição em que é carregado aliviam tanto a cólica quanto o refluxo do bebê.

Ele pode ser usado pelo bebê desde o nascimento, já que respeita a curvatura natural da coluna nessa fase. Como o acessório é feito de tecido, ele se molda a fisiologia do recém-nascido. O bebê também pode mamar dentro do sling. É um carregador perfeito para o dia a dia, mas muito útil também para passeios externos.

Vantagens
  • Oferece liberdade para a mãe
  • Atende necessidade do bebê de estar perto
  • Seguro desde o nascimento
  • Respeita fisiologia do bebê
  • Estreita vínculos
  • Alivia cólicas e refluxo
Desvantagens
  • Algumas pessoas têm dificuldade com a amarração

Quais os diferentes tipos de sling?

Com certeza nas suas pesquisas pôde encontrar diferentes modelos de sling, e talvez esteja se perguntando quais as diferenças e qual comprar. Pensando em facilitar sua escolha, vamos citar os três modelos para você possa comparar:

  1. Wrap: O wrap sling é o mais comum de todos. Ele geralmente tem 5 metros de comprimento por 60 centímetros de largura. É através de uma amarração que o bebê fica preso ao corpo da mãe. É o modelo mais seguro desde o nascimento, portanto, o mais indicado para quem não tem nenhuma experiência com sling. Ele distribui melhor o peso do bebê, já que tem apoio nos ombros e costas.
  2. Argola: Esse tipo dispensa amarrações, já que as argolas são responsáveis por prender o bebê pertinho da mãe. Também pode ser usado desde o nascimento, mas nas primeiras semanas de vida não é seguro deixar o bebê na posição vertical nesse modelo, pois ele não oferece a mesma sustentação do wrap. É perfeito para deixar o bebê deitadinho. Ele pode ser posicionado na lateral do corpo. Como sobrecarrega apenas um ombro, é indicado para períodos curtos.
  3. Mei Tai: O modelo Mei Tai é parecido com o wrap, porém, ele tem uma base mais firme nas costas. O bebê pode ficar na posição vertical, com as pernas dobradas, mas como as laterais são abertas, não é tão seguro para as primeiras semanas. Oferece uma boa sustentação para quem carrega e distribui bem o peso do bebê. É bem comum ver crianças maiores sendo carregadas nesse modelo. Requer mais experiência para vestir sozinha.

Pai carregando bebê em sling argola

O sling de argola é bem prático, mas não oferece a mesma sustentação e conforto. (Fonte: Derek Owens / Unsplash.com)

Sling ou canguru: qual a diferença?

Cuidado para não confundir. O canguru é diferente do sling em muitos quesitos. Enquanto o sling é um tecido flexível, o canguru é uma espécie de mochila com fivelas para prender o bebê no corpo do adulto.

Ele não é indicado para recém-nascidos, sendo útil a partir do momento em que o bebê já senta e sustenta bem seu pescoço. Muitos modelos sobrecarregam as costas dos pais, já que não oferecem apoio na cintura.

É preciso ficar atento, pois alguns tipos de canguru não respeitam a fisiologia do bebê. As pernas da criança nunca podem ficar penduradas. A posição errada pode causar displasia de quadril.

Sling Canguru
O que é Tecido flexível que precisa de amarrações específicas para deixar o bebê preso Espécie de mochila que prende o bebê no corpo do adulto
Idade indicativa Desde o nascimento A partir do momento que o bebê sustenta bem o pescoço, geralmente após 4 meses
Destaque Respeita fisiologia do bebê Prático de colocar

Qual a posição correta do bebê no sling?

O bebê deve ser colocado de frente para a mãe e nunca virado para fora, assim, ele se encaixa no corpo do adulto e a coluna fica levemente arqueada, respeitando sua curvatura natural dessa fase.

As pernas devem ser flexionadas de um modo que os joelhos fiquem um pouco acima do bumbum, formando um ângulo de 45 graus. Conforme o bebê vai crescendo, essa posição favorece que as pernas da criança abracem o quadril da mãe.

O bebê nunca deve ser posicionado com as pernas penduradas. Isso joga o peso sobre suas genitais e pode provocar displasia de quadril, que nada mais é do que um problema no encaixe do fêmur e o osso do quadril. Essa condição pode reduzir a mobilidade do bebê.

Como amarrar o sling corretamente?

Amarrar o sling é a maior dificuldade relatada pelas mulheres que tentam usar. Mas com um pouco de prática você poderá fazer o processo rapidamente.

Selecionamos um vídeo rápido e didático, onde o bebê é encaixado no sling para você ver o processo do começo ao fim. Confira:

Critérios de compra: O que levar em conta ao comparar diferentes tipos de sling

Como você viu, o sling pode salvar a rotina de uma mãe que passa o dia sozinha com seu bebê. Com ele bem pertinho, fica mais fácil de fazer algumas pequenas tarefas. Antes de escolher seu modelo, confira as últimas dicas que temos para compartilhar.

Tipo

Como vimos, existem diferentes tipos de sling. Se você nunca usou nenhum, recomendamos o modelo wrap, ele é o mais seguro para ser usado desde o nascimento. Além de ele ser melhor para os pais, já que distribui o peso entre os dois ombros e oferece sustentação na cintura. Nesse sling o bebê pode passar mais tempo.

Tecido

O sling pode ser feito de tecido 100% algodão, mais seco e rígido, ou ainda com elastano, oferecendo mais flexibilidade. O tecido dry fit oferece essa elasticidade e é mais transpirável.

Para quem deseja amamentar, o sling mais flexível é uma boa opção. Também é mais fácil encaixar o bebê nele. Porém, vale ressaltar que para crianças mais pesadas pode ser bem ruim. Sendo assim, o 100% algodão é mais durável.

Mãe segurando bebê no sling

O tecido 100% algodão é mais indicado para bebês mais pesados. (Fonte: Janbaars60 / Pixabay.com)

Tamanho

Quando falamos de wrap sling, o comum é que ele tenha 5 metros de comprimento por 60 centímetros de largura. Entretanto, você pode achar slings de até 7 metros.

Um modelo mais comprido pode ser útil para pessoas muito grandes e que gostam de amarrar o nó nas costas, como vimos no vídeo acima. Porém, para pessoas mais baixas pode ser mais difícil de manusear.

Cor

Por fim, um critério estético. Hoje em dia você pode escolher as mais variadas opções e existem até modelos estampados. É uma questão de gosto, porém, para quem possui um só, pode ser uma boa investir em um sling básico e discreto que combine com todo tipo de roupa.

Resumo

O sling é uma forma de deixar o bebê bem pertinho dos pais. Trata-se de um tecido que, através de uma amarração, deixa o bebê grudadinho no peito. Isso facilita bastante a rotina nos três primeiros meses de vida, quando o bebê precisa desse contato. Assim, a mãe pode atender essa necessidade e ficar com as mãos livres.

Agora nos conte, já teve alguma experiência com o sling? Ou está com vontade de experimentar? Esperamos que esse guia te ajude a tomar a melhor decisão. Aproveite bem essa fase do seu bebê!

(Fonte da imagem destacada: Jozef Polc / 123rf.com)

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